sexta-feira, junho 9

Audio

Bola de Cada País Participante



Cada país que participa no Mundial de Futebol merecia ter a sua
própria bola mas acho que nós mereciamos melhor que isto... não??!
Nem que fosse um galito de Barcelos
ou uma N. Sra de Fátima...

Vídeo

Campeonato do Mundo 2006: que ganhe o melhor!!

Humor Negro

Agressão na Casa do Gaiato
"O responsável máximo das Casas do Gaiato, padre Acílio Fernandes, deu hoje uma bofetada a uma criança de cinco anos enquanto desmentia em entrevista à agência Lusa situações de maus-tratos na instituição, que culminaram numa acusação do Ministério Público."
Diário Digital

Jogo

Suspeitos Principais é o nome deste jogo de investigação. Tem que se usar o rato para procurar pistas e reorganizar peças de puzzle.
Boa sorte!

quinta-feira, junho 8

As razões dum Pai

O gajo não presta. O gajo fala, fala, fala mas o puto não entende pêva do que ele está práli a dizer e por isso é que não aprende. Depois, só porque o puto recebe uma mensagem no telemóvel, que até fui eu que lha mandei porque ele tinha deixado o gato fechado na cozinha, põe-se aos gritos com ele que preturba a aula. Preturba mas é o caralho que o gato podia dar-nos cabo do almoço. O gajo é mas é parvo. Não tem compreenção pelos alunos, é o que é. Deu nega ao meu puto, mas agora quem vai ter a nega é ele! E vamos aver se pró ano, se calhar outra vez ao puto este gajo como professor, ele não le vai dar uma nota de jeito... não percisa ser um 5, que eu também sei que o meu puto não tem grande queda para os estudos, mas oque ele não tem é de andar praí a perjudicar o futuro dos miudos que assim com notas dessa, como é que vão comseguir tirar as facoldades?
O gajo quer é ser ele e os da sua laia a serem dotores só eles.
Eu cá já decidi. nota negativa!
Mai nada!
(via email)

Avaliassão da Prufeçôra do mêu Filho




Toda a verdade em 2 minutos

"Se há alguém neste país preocupado com o insucesso dos alunos, são os professores e não é certamente o Ministério porque então vejamos. Se é tão preocupante o insucesso escolar, expliquem-me, porque é que reduziram semanalmente 20 minutos de aula às disciplinas de Matemática e Português, no 3º ciclo, tendo actualmente apenas dois blocos de 90 minutos, ou seja, 3 horas de aula, quando antigamente eram 4horas?
Façam as contas e verifiquem quantas aulas a menos têm actualmente os alunos ao fim de um ano lectivo nestas disciplinas e que presentemente até têm exame nacional. É desta forma que se combate o insucesso? Não é certamente. Certo é o que se poupa, porque menos horário semanal é igual a menos professores.
Outro desafio que faço à tutela do Ministério da Educação é que dê a conhecer aos portugueses os milhares de faltas que os alunos dão às aulas, isto é, aulas não assistidas por eles,obrigando-se assim os directores de turma a enviar cartas aos pais que, na maioria das vezes, nem se dão ao trabalho de as ir buscar aos CTT sendo estas devolvidas novamente à Escola. Somem os gastos de correio e vejam quanto se gastou com os alunos faltistas que não realizaram as suas aprendizagens! São os pais destes alunos que vão avaliar professores, quando eles nem se preocupam com as faltas dos filhos?!"
Opinião expressa no Público

Zona de Bacoradas - Parte 26

O mal de falar em calão!
Era rapaz e moço. Numa tertúlia de amigos eu contaria aventuras da minha família e comecei assim:
-Quando eu era "puto" e a minha irmã...(fez-se silêncio...) mais pequena.... (rematei!!) e continuei a contar a aventura no meio da gargalhada geral!!!

Cris:Há tempos, a minha filha mais velha andava numa de jogar ténis!
Ora, conversa dali, conversa daqui, que a raquete do pai era pesada, que a dela já era pequena, enfim, lá me convenceu a irmos comprar uma raquete nova.
Depois de 2 horas, quando eu já deitava raquetes pelos olhos, mais as empregadas, mais a minha filha, mais os punhos para os pulsos, mais as tiras para a cabeça, mais o fato de treino que "conduzia lindamente com a terjete (só depois percebi que era T-shirt que a mocinha queria dizer) e o diabo a sete, lá se decidiu finalmente por uma!!!!!
Custou-me uma pipa de massa!
Só lhe disse que nem lhe passasse pela cabeça desistir algum dia que fosse, de jogar, ou eu até a trincava (estou a exagerar que a cachopa até tinha jeito, mas nisto de jogos mistos, ele há rapazolas bué da giros, e...bom mas isto é para contar numa outra altura).
Saímos da loja e eu que ainda chorava o meu (que já não era meu, pois, era de um tal Belmiro, pois!...) dinheirito e estava "troncha" por um café, decidimos ir até à rua do Souto, à Brasileira. (Sou minhota, claro que sim!)
Iamos nós rua fora, eu, a cachopa e a raquete e aproxima-se um velhinho, que, com o mais humilde e comovente dos olhares me estende a mão a pedir uma esmola.
-#$%#$&)!#$%&/()=???!*+*"#@@@!€€€!!!
-Mãe!!!!
-Diz!
-Ó mãe!!!
-Diz, Maria João! Que foi agora??
-Tu viste o que disseste ao pobre do senhor???
-Eu? Que senhor???
-Ó mãe!!! Tu por favor não me digas que não sabes o que lhe disseste!!!
- Não! Palavra que não!Mas que senhor, João?? Eu não vi ninguém!
- Ó mãe! Ele pediu-te dinheiro para um café e tu dizes-lhe, com a maior das latosas: NÃO DOU NADA QUE ACABEI DE DAR UMA PIPA DE MASSA POR UMA RAQUETE!!
Se eu tivesse um buraco enfiava-me lá dentro, juro!É que eu nem me lembro nada de ter dito tal coisa e muito menos de ter visto o senhor!
Moral da história: já não houve café naquele dia cá para a Je, só para não ser parva e ainda hoje a minha filha conta esta história a toda a gente e se mata a rir!...
E tu?!
Quais são as tuas bacoradas mais memoráveis?!

Just for GIRLS


Ontem no Cu-Cu

quarta-feira, junho 7

terça-feira, junho 6

Gotinha Erótica




Imagem via Língua Viperina
Poetisada pelo Orca:
Etérea gota-seio de arco-íris
entre o reflexo verde que me dizes
eterno o meu anseio que deslizes
mamilo à flor de peito em que te fazes.

«Jogo pelos Professores>>

Quanto à avaliação dos professores, vai mais uma opinião, desta vez do director d’A Bola (aonde isto já vai!):

"Os professores andam em pé de guerra. Como os professores são normalmente distantes uns dos outros, os seus pés de guerra andam por aí semeados como pés de salsa, espalhados pelo País. De norte a sul.

Os professores estão descontentes. Com a vida que lhes corre mal, porque ninguém os valoriza; com os colegas, que só se interessam por resolver a sua vidinha; com os alunos, que os desconsideram e maltratam; e, acima de tudo, com o Governo da nação, que os desvaloriza, os desautoriza e os desmoraliza.

Nunca fui um estudante fácil e sabia, que um professor desautorizado era um homem (ou uma mulher) morto na escola. Não quero dizer fisicamente mas profissionalmente. Como sempre fui bom observador, conhecia de ginjeira os professores fortes e os professores fracos. Os fortes resolviam, por si próprios, a questão. Alguns pela autoridade natural do seu saber e da sua atitude, outros de forma menos académica. Os fracos eram defendidos pelos reitores. Ir à sala de um reitor era, já por si, um terrível castigo. Mas bem me lembro que professores fracos e fortes, bons e nem por isso, se protegiam, se defendiam e se reforçavam na sua autoridade comum.

Já nesse tempo se percebia que tinha de ser assim, porque, se não fosse, os pais comiam-nos vivos e davam-nos, já mastigados, aos filhos relapsos. E isso a escola não consentia.

Os pais, dito assim de forma perigosamente genérica, sempre foram entidades pouco fiáveis em matéria de juízo sobre os seus filhos e, por isso, sobre quem deles cuida, ensina e faz crescer. Os pais sempre foram o pavor dos professores de natação, dos técnicos do futebol jovem, dos animadores das corridas de rua. Os pais, em casa, acham os filhos umas pestes; mas na escola, no campo desportivo, no patamar da casa do vizinho, acham os filhos virtuosos e sábios. Os pais são, individualmente, insuportáveis e, colectivamente, uma maldição.

Claro que há pais... e pais. E vocês sabem que não me refiro aos pais a sério, que são capazes de manter a distância e o bom senso. Falo dos outros, dos pais e das mães que acham sempre que os seus filhos deviam ser os capitães da equipa e deviam jogar sempre no lugar dos outros filhos. O trágico disto tudo é que são precisamente esses pais os que, na escola, se acham verdadeiramente capazes de fazer a avaliação, o julgamento sumário dos professores dos seus filhos, achando que eles só servem para fazer atrasar os seus Einsteinzinhos.

Por isso eu aqui me declaro a favor dos professores. Quero jogar na equipa deles contra a equipa dos pais e ganhar o desafio da vida real e do futuro deste país contra o desafio virtual dos pedagogos de alcatifa.»
A Bola, 3 de Junho de 2006

Diálogos

Ele disse...
Porque é que vocês mulheres nos tentam impressionar sempre com o vosso aspecto em vez de o fazerem com o vosso cérebro?


Ela disse...
Porque há mais hipóteses de um homem ser imbecil do que ser cego...

O Último Papa


Luís Miguel Rocha, um amigo virtual destas andanças dos Blogs vai publicar o seu segundo livro. O livro anterior, "Um País Encantado, teve excelente aceitação.
"O Último Papa" será lançado simultaneamente em vários países (cerca de 30) e para os mais curiosos e impacientes já é possível ler um excerto deste romance histórico de suspense
no site oficial do livro.
Boas Leituras!

segunda-feira, junho 5

Posso brincar contigo?

Primeiro posso despir-te?
Para quê essa roupa
Que me impede de ver a tua pele?
Deita-te assim nu
Deixa-me olhar-te
Decorar-te para seres sonho
Quando já não fores real.
Gosto de começar a brincar com os teus pés
Subir por ti em carícias lentas
Cobrir-te de saliva e suor.
Deixa que me demore no teu sexo
Que o desperte
Que o molde com as minhas mãos
E depois que o beije
Que brinque com ele
Enquanto me olhas
Enquanto nos vês,
Enquanto murmuras:
"Não pares meu amor"
Deixa-me suspirar, derramar
Espojar no teu corpo.
Descobrir a que sabe o teu peito
Lamber,
Morder um a um os dedos das tuas mãos.
E por fim na tua boca dizer:
"Vem comigo meu amor"
Brincar contigo...
Posso?

Da autoria da
Encandescente-minha-talentosa-amiga-correspondente-exclusiva deste Blog-e-cada-vez-mais-famosa-e-que-já-publicou-dois-livros & fotografia de Gavin O'Neill

Violência

A propósito do post Ovar - Violência na Escola, dois comentadores deixaram duas sugestões que valem a pena:
1- Vídeo:
Aula de matemática de uma turma problemática;
2- Audio:
Reportagem TSF.

Portugal

domingo, junho 4

Progressão da Carreira do Professor




Mundo aos Quadrados

Violência Doméstica

Agora já não tenho vergonha, percebes? Mas durante anos não contei a ninguém, nem mesmo quando saí de casa e te deixei mergulhado no desespero de quem por fim se vê sozinho. Ainda pensei em voltar, lembrava-me dos teus dedos suaves na minha nuca, das palavras bonitas que me sussurravas a chorar quando me pedias desculpa. Mas depois lembrava-me da violência, da prepotência, da injustiça, do medo de estar em casa contigo, do esforço para não chorar nem gritar, não fossem os vizinhos ouvir-me e saber que me batias, que não havia suficientes escadas nem portas onde eu caísse e batesse.
Às vezes eras terno quando fazias amor comigo. Outras vezes, depois de me beijares e acariciares, batias-me violentamente na cara, gritando “Que puta és tu que ficas com as cuecas molhadas com a merda de um beijo?”
Mais tarde, batias-me porque eu não respondia aos teus estímulos e ficava deitada, hirta, na cama, contigo por cima de mim. Lembras-te quando ficavas sentado por cima da minha pélvis, a minha cona cheia ainda do teu esperma e tu a esbofetear-me porque eu não tinha sequer fingido
que me tinha vindo? E de quando me bateste porque viste o senhor do café cumprimentar-me apesar dos meus olhos no chão? E de quando me arrastaste pelos cabelos até à casa de banho e enfiaste a minha cabeça debaixo da água gelada porque eu estava a ver o “Esplendor na relva” e tu achaste que eu estava a ficar excitada?
Lembras-te quando te disse que a minha irmã me tinha pedido para ir à praia para a ajudar a tomar conta dos miúdos, enquanto tu ias trabalhar, e de me dizeres que não eras nenhum balde de merda? De me dares um estalo no café do centro comercial porque não eras nenhum balde de merda?
Lembras-te da roupa que me impedias de usar porque todos os homens eram neuróticos? Lembras-te de me ter batido por te ter dito que não eras meu pai, que não mandavas em mim?

Lembras-te de todas as outras vezes?
Mas agora já não tenho vergonha. Agora já nem quero encontrar-te na rua quando visto a minha saia curta ou a minha blusa decotada. Agora já só lamento a sorte de quem te caia nas mãos, de quem escorregue no mel das tuas palavras bonitas, de quem acredite quando pedes desculpa e dizes que não voltará a acontecer, que é por gostares tanto que queres preservar o que tens.
Lamento a tua mãe que só vai com o teu pai ao café uma vez por ano, e é se ele estiver bem disposto. E lamento-te a ti por seres um animal.
Mas já não tenho vergonha.


O texto é da Rosa Púrpura e foi publicado na
Funda São. Para rematar o post deixo-vos com este link para o blog Twenty Four, onde apresentam uma campanha de publicidade alemã contra a violência doméstica.

«Uma em cada quatro mulheres torna-se
vítima de violência doméstica»


Conselho do OrCa às almas desprevenidas:
"Quando alguém a ti disser
que te bate por carinho
faz tal qual o seu querer
e dá-lhe um murro no focinho!"