
Quinta-feira, Novembro 5
12º Encontra-a-Funda
Quarta-feira, Novembro 4
Wallace e Gromit
Terça-feira, Novembro 3
Confusa
Hoje, durante a aula de Português, uma aluna lia um poema com todo o embalo literário até que se deparou com a palavra "Cu fodida"...
A menina confundida corou, abanou-se com calor, começou a tossir e perante alguns risos abafados dos colegas pediu-me para continuar.
Creio que nunca mais esquecerá esta palavra.
Etiquetas: Dia-a-Dia, Ensino, Escola

Segunda-feira, Novembro 2
Clooney casa-se na costa Portuguesa
"O actor norte-americano George Clooney deverá casar, ainda este ano, com a apresentadora italiana Elisabetta Canalis.O enlace deverá decorrer junto à costa portuguesa, a bordo do paquete "Fantasia", revela o "Correio da Manhã". Esta é a solução encontrada para fugir dos paparazzi.
Recorde-se que, recentemente o actor já tinha admitido que poderia vir a casar-ser a qualquer momento. É ainda de referir que a apresentadora da TV recebeu recentemente um apartamento de luxo, em Milão. Um presente que pode ter sido dado pelo famoso actor."
I Online
Será desta que Clooney arranjou substituta para a porca?!
Etiquetas: Cinema, George Clooney

Domingo, Novembro 1
Croquete e Batatinha
"Como seria de esperar, a nomeação da escritora Isabel Alçada para ministra da Educação foi a "mina" da semana. Não houve ninguém que não tivesse tentado fazer umas piadas à volta dos livros "Uma Aventura". Um fartote. Mas agora que já rimos todos e que o governo já tomou posse, vamos a coisas sérias.
Pergunto: e a Ana Maria Magalhães? Sim, o outro elemento, quiçá o mais importante, da dupla de sucesso da criançada?! Como se sentirá A. Maria Magalhães depois de, uma vez mais, ter ficado de fora?
Já anteriormente tinha sido preterida em favor da sua colega Isabel Alçada para o cargo de comissária do Plano Nacional de Leitura, e agora outra vez de fora! É injusto, e também um erro de José Sócrates, pois não é bom quebrar uma dupla de sucesso. Basta lembrarmo-nos de Croquete e Batatinha; separaram-se, e acabou logo a magia. O Croquete desapareceu e o Batatinha arrasta-se na irrelevância. É fácil imaginar Isabel Alçada a visitar escolas, e as crianças todas a perguntarem pela A. Maria Magalhães. Isto não é bom para o governo! Vai fazer mossa. O melhor teria sido Sócrates convidá-las às duas para serem ministras, criando um ministério com co-ministras. Isto, aliás, nem seria inédito. Basta ver o que se passou no Ministério das Obras Públicas do anterior governo com a dupla Mário Lino/Jorge Coelho. Alguém imagina o Dolce sem o Gabbana? O K. Richards sem o Jaeger? O Santana Lopes sem o P. Granger? Tal como a própria Yoko Ono, que destruiu a dupla Lennon/MacCartney, Sócrates vai ser a Yoko Ono da dupla Uma Aventura! E se o PSD fosse buscar a A. Maria Magalhães?!"
or José de Pina, I Online
Pergunto: e a Ana Maria Magalhães? Sim, o outro elemento, quiçá o mais importante, da dupla de sucesso da criançada?! Como se sentirá A. Maria Magalhães depois de, uma vez mais, ter ficado de fora?
Já anteriormente tinha sido preterida em favor da sua colega Isabel Alçada para o cargo de comissária do Plano Nacional de Leitura, e agora outra vez de fora! É injusto, e também um erro de José Sócrates, pois não é bom quebrar uma dupla de sucesso. Basta lembrarmo-nos de Croquete e Batatinha; separaram-se, e acabou logo a magia. O Croquete desapareceu e o Batatinha arrasta-se na irrelevância. É fácil imaginar Isabel Alçada a visitar escolas, e as crianças todas a perguntarem pela A. Maria Magalhães. Isto não é bom para o governo! Vai fazer mossa. O melhor teria sido Sócrates convidá-las às duas para serem ministras, criando um ministério com co-ministras. Isto, aliás, nem seria inédito. Basta ver o que se passou no Ministério das Obras Públicas do anterior governo com a dupla Mário Lino/Jorge Coelho. Alguém imagina o Dolce sem o Gabbana? O K. Richards sem o Jaeger? O Santana Lopes sem o P. Granger? Tal como a própria Yoko Ono, que destruiu a dupla Lennon/MacCartney, Sócrates vai ser a Yoko Ono da dupla Uma Aventura! E se o PSD fosse buscar a A. Maria Magalhães?!"
or José de Pina, I Online

Terça-feira, Outubro 27
Não são só as Mulheres...

Um jornalista italiano, fã de George Clooney fez um striptease durante a entrevista ao actor em Veneza. Disse que era ''gay'' e tirou a roupa até ficar apenas de gravata e cuecas. Em seguida, perguntou: “George, por favor, posso beija-lo só uma vez?".
I online
Etiquetas: George Clooney

Segunda-feira, Outubro 26
Uma Aventura na Assembleia - Isabel Alçada

Campus cartoons por Ricardo Campos
Se a Ministra não tiver juízo, organizo um boicote aos livros dela...

Quarta-feira, Outubro 21
Tanto Caminho para Andar
Terça-feira, Outubro 20
O Início do Ano Lectivo
"O ano lectivo começou esta semana, com os costumeiros problemas e mais um: esse, o da campanha contra a gripe A, eleito matéria extracurricular de frequência obrigatória e prioridade máxima. Ai do menino, mesmo do primeiro ano, que desde o primeiro dia de aulas não saiba o bê-á-bá da gripe. O resto tem tempo.
As escolas mobilizaram-se para distribuir panfletos aos estudantes e pais, trataram de arranjar salas de isolamento para os casos suspeitos mesmo quando nem para as aulas há instalações de jeito, esgotaram o stock de gel desinfectante, perderam horas de trabalho em reuniões de professores e funcionários para pôr em prática os planos de contingência.
E as normas procedimentais aí estão, feitas à medida das possibilidades e do zelo de cada um. E, por isso, variam de escola para escola.
Nalgumas, os pobres miúdos são obrigados a lavar as mãos a cada espirro ou tossidela. Noutras, os desgraçados professores são obrigados a manter em cima da sua secretária um boião de gel que cada aluno é obrigado a utilizar imediatamente a seguir à entrada na sala de aula e antes de sair para o recreio – em turmas de quase 30 alunos não é difícil de imaginar o cenário – e ainda sempre que alguém vai ao quadro e pega no apagador, no giz ou no apontador que outrem usará a seguir. E por aí fora.
Ainda está para se saber como será num jogo de voleibol, basquetebol ou andebol numa aula de educação física duma dessas escolas mais zelosas: cada jogador terá de lavar as mãos a correr depois de passar a bola?
Um absurdo é o que é. Perda de tempo e de dinheiro.
O respeito das regras básicas de higiene e alguns cuidados acrescidos são como os caldos de galinha: não fazem mal a ninguém.
Mas pensar em travar a propagação do vírus por usar e abusar de um gel desinfectante nas salas de aula é o mesmo que acreditar que o vírus também faz intervalo durante o recreio – ou os miúdos vão deixar de cumprimentar-se, beijar-se, empurrar-se, cuspir-se, embrulhar-se à bulha, de beber do mesmo copo ou da mesma garrafa por causa duma coisa chamada H1N1?
E bem podem dizer-lhes que as pessoas responsáveis guardam distância de pelo menos metro e meio em relação aos seus interlocutores – nas outras campanhas, não andam todos aos beijos e abraços nas feiras, nos mercados e nas ruas, indiferentes aos riscos pandémicos?
A prova de que tudo não passa de um excesso de zelo e descabido contra-senso é que, esgotado o milagroso gel e face à sua inexistência em algumas escolas que não deixaram de abrir, a própria ministra da Saúde veio descansar os professores, técnicos auxiliares, estudantes e pais com a garantia de que lavar as mãos com o tradicional sabão azul é, afinal, suficiente.
Tanta preocupação e tanto investimento com o raio do gel xpto e vai de lá bastavam umas barras de sabão macaco...
...E, já agora, umas garrafinhas de lixívia. É que as nódoas na Educação e nas escolas vão muito para além dos excessos com a gripe A.
E devia fazer parte das mais elementares regras de higiene mental acabar com elas.
Cabe lá na cabeça de alguém, por exemplo, que um professor tenha um conjunto de turmas de diferentes anos com um total de mais de duzentos alunos e, destes, quase uma vintena em regimes especiais – que implicam apoio pedagógico individualizado, adaptações curriculares ou avaliações diferenciadas – e que ainda tenha de dar aulas de substituição, receber pais, fazer relatórios individuais sobre os discentes e o mais a que está obrigado? Por junto, não dá para se dedicar a cada aluno nem um dia por ano.
Já para não falar das aulas em escolas em plenas obras e em tantas outras que delas tanto precisam e nunca mais as têm ou daquela em que o amianto foi retirado das paredes e deixado esquecido no pátio.
Em final de legislatura, é natural que a ministra Maria de Lurdes Rodrigues já vá lavando daí as suas mãos.
Mas as nódoas que deixa na Educação não saem com gel, nem com sabão macaco ou pedra pomes... só com lixívia, que é receita antiga mas eficaz."
Mário Ramires, subdirector do Jornal Sol
Os Dias do Pisco
As escolas mobilizaram-se para distribuir panfletos aos estudantes e pais, trataram de arranjar salas de isolamento para os casos suspeitos mesmo quando nem para as aulas há instalações de jeito, esgotaram o stock de gel desinfectante, perderam horas de trabalho em reuniões de professores e funcionários para pôr em prática os planos de contingência.
E as normas procedimentais aí estão, feitas à medida das possibilidades e do zelo de cada um. E, por isso, variam de escola para escola.
Nalgumas, os pobres miúdos são obrigados a lavar as mãos a cada espirro ou tossidela. Noutras, os desgraçados professores são obrigados a manter em cima da sua secretária um boião de gel que cada aluno é obrigado a utilizar imediatamente a seguir à entrada na sala de aula e antes de sair para o recreio – em turmas de quase 30 alunos não é difícil de imaginar o cenário – e ainda sempre que alguém vai ao quadro e pega no apagador, no giz ou no apontador que outrem usará a seguir. E por aí fora.
Ainda está para se saber como será num jogo de voleibol, basquetebol ou andebol numa aula de educação física duma dessas escolas mais zelosas: cada jogador terá de lavar as mãos a correr depois de passar a bola?
Um absurdo é o que é. Perda de tempo e de dinheiro.
O respeito das regras básicas de higiene e alguns cuidados acrescidos são como os caldos de galinha: não fazem mal a ninguém.
Mas pensar em travar a propagação do vírus por usar e abusar de um gel desinfectante nas salas de aula é o mesmo que acreditar que o vírus também faz intervalo durante o recreio – ou os miúdos vão deixar de cumprimentar-se, beijar-se, empurrar-se, cuspir-se, embrulhar-se à bulha, de beber do mesmo copo ou da mesma garrafa por causa duma coisa chamada H1N1?
E bem podem dizer-lhes que as pessoas responsáveis guardam distância de pelo menos metro e meio em relação aos seus interlocutores – nas outras campanhas, não andam todos aos beijos e abraços nas feiras, nos mercados e nas ruas, indiferentes aos riscos pandémicos?
A prova de que tudo não passa de um excesso de zelo e descabido contra-senso é que, esgotado o milagroso gel e face à sua inexistência em algumas escolas que não deixaram de abrir, a própria ministra da Saúde veio descansar os professores, técnicos auxiliares, estudantes e pais com a garantia de que lavar as mãos com o tradicional sabão azul é, afinal, suficiente.
Tanta preocupação e tanto investimento com o raio do gel xpto e vai de lá bastavam umas barras de sabão macaco...
...E, já agora, umas garrafinhas de lixívia. É que as nódoas na Educação e nas escolas vão muito para além dos excessos com a gripe A.
E devia fazer parte das mais elementares regras de higiene mental acabar com elas.
Cabe lá na cabeça de alguém, por exemplo, que um professor tenha um conjunto de turmas de diferentes anos com um total de mais de duzentos alunos e, destes, quase uma vintena em regimes especiais – que implicam apoio pedagógico individualizado, adaptações curriculares ou avaliações diferenciadas – e que ainda tenha de dar aulas de substituição, receber pais, fazer relatórios individuais sobre os discentes e o mais a que está obrigado? Por junto, não dá para se dedicar a cada aluno nem um dia por ano.
Já para não falar das aulas em escolas em plenas obras e em tantas outras que delas tanto precisam e nunca mais as têm ou daquela em que o amianto foi retirado das paredes e deixado esquecido no pátio.
Em final de legislatura, é natural que a ministra Maria de Lurdes Rodrigues já vá lavando daí as suas mãos.
Mas as nódoas que deixa na Educação não saem com gel, nem com sabão macaco ou pedra pomes... só com lixívia, que é receita antiga mas eficaz."
Mário Ramires, subdirector do Jornal Sol
Os Dias do Pisco

















