Telejornal da RTP-1, às 20 horas, um dia depois da morte de Álvaro Cunhal.
O repórter está à porta do antigo Hotel Vitória. Lá dentro, a urna com o corpo de Cunhal. Cá fora, uma fila de cidadãos aguarda a sua vez para prestar homenagem ao líder histórico do PCP. O repórter decide entrevistar um cidadão ao acaso. Escolhe um velhote com ar digno, de gravata preta.
"E o senhor, o que está aqui a fazer?" - pergunta o repórter.
"Nem é preciso perguntar..." - diz o velhote.
E, mantendo o mesmo porte digno, acrescenta:
"Digam ao Alberto João Jardim que ele foi parido pelo cu da mãe dele!"
O repórter está à porta do antigo Hotel Vitória. Lá dentro, a urna com o corpo de Cunhal. Cá fora, uma fila de cidadãos aguarda a sua vez para prestar homenagem ao líder histórico do PCP. O repórter decide entrevistar um cidadão ao acaso. Escolhe um velhote com ar digno, de gravata preta.
"E o senhor, o que está aqui a fazer?" - pergunta o repórter.
"Nem é preciso perguntar..." - diz o velhote.
E, mantendo o mesmo porte digno, acrescenta:
"Digam ao Alberto João Jardim que ele foi parido pelo cu da mãe dele!"
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